Crianças que evitam texturas, têm seletividade alimentar ou dificuldades de vestir-se.
Pacientes com síndromes genéticas ou paralisia cerebral.
Perfil sensorial (Dunn, SIPT).
Integração sensorial em salas com balanços, rolos e texturas.
Treino de AVDs (amarrar sapatos, uso de talheres).
Adaptação de ambiente escolar.
Redução de hipersensibilidades.
Melhora de motricidade fina e autonomia.
Aumento da participação social.